A estudante de Design de Interfaces Digitais, Stella Dauer, esta realizando uma pesquisa científica para o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) sobre a relação das pessoas com fotografia de celular.
Ao responder a enquete, você autoriza o uso dos dados na pesquisa e na exposição de Dauer. Nenhuma informação será vendida ou repassada. Entre aqueles que responderem, será sorteado uma conta Flickr Pro de 1 ano.
Além disso, se enviar uma de suas fotos tiradas com o celular, você poderá ser selecionado para uma eventual exposição com o mesmo tema, apenas com fotografias de celulares. Então responda a pesquisa e envie sua foto preferida
O endereço onde tudo isso pode ser encontrado é: http://momentosmoveis.net
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Você fotografa pelo celular? Responda e concorra a uma conta Flickr Pró por 1 ano
FOTOANÚNCIO 16
o fotógrafo Felipe Gombossy está vendendo um Pocket Wizard Plus II
O Pocket Plus II oferece ótima flexibilidade e uso fácil para fotógrafos que demandam uma solução de rádio (transmissor e receptor) que possa simplesmente conectar, ligar e disparar. É o único que recebe e envia sinal automaticamente (Auto-Sensing Transceiver Technology), além de rastrear sua câmera e flash em modo 'auto-relay'.
Tem 4 canais de 16 bit digitalmente codificados.
Valor: R$550,00 (novo comprado na B&H)
Contato:
Felipe Gombossy
Email.: felipe@gombossy.com.br
Site.: www.gombossy.com.br
Muro deixa de ser barreira e vira criatividade
MUTO a wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.
Quem acredita que os muros da cidade podem ser limitações, este grupo chamado de MUTO garante muita criatividade e ineditismo. O trabalho é realizado sob a técnica stop motion. Vocês conseguem imaginar quantas fotos foram tiradas neste filme? Não. Eu também não imagino.
Vale assistir!
Amy Winehouse ganha batalha judicial contra paparazzi
Fonte: G1, com agências
Fotógrafos proibidos de chegarem a menos de 100m da casa dela.
Estão proibidas também imagens de familiares e amigos da cantora.
A cantora pop britânica Amy Winehouse conseguiu uma ordem judicial contra os paparazzi que a perseguem.
A ordem do juiz proíbe que fotógrafos da principal agência britânica, "Big Pictures", e também outros profissionais, tirem fotos da cantora fora de sua casa, em qualquer local público.
Isso significa que os fotógrafos podem ser processados caso persigam Amy ou cheguem a menos de 100 metros de sua nova casa, nos arredores de Londres.
Além disso, está proibido que se tire fotos da cantora em sua casa ou de qualquer membro de sua família ou seus amigos.
A ordem judicial reflete uma tendência crescente dos famosos a ir à Justiça contra os paparazzi.
Uma pessoa ligada à cantora declarou ao diário "The Guardian" que ela solicitou a ordem do juiz porque a atenção excessiva da imprensa estava pondo sua vida em perigo.
"Cada vez que ela entrava no carro, a perseguiam. Isso estava se tornando perigoso não só para ela, mas também para as pessoas de seu círculo", explicou.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Escola Livre de Teatro inaugura exposição fotográfica “NEKROPOLIS EM PRETO”
A Escola Livre de Teatro (ELT), de Santo André apresenta a exposição “NEKROPOLIS EM PRETO” do fotógrafo Eduardo Chaves. A abertura da amostra acontece no próximo sábado, 02 de maio, às 19h00, no hall do Teatro Conchita de Moraes. A exposição marca 20 registros fotográficos da montagem do Núcleo 10 de Formação do Ator da ELT, em cartaz desde março de 2009.
“A fotografia para mim significa uma das mais belas formas de expressão que existe. Ela é universal. É grandiosa por natureza, é artística e respira todo o sentimento do fotógrafo. As fotos são capazes de traduzir até mesmo um estado de espírito. Sem dúvidas, estas imagens falam por mim”, afirma Chaves.
A iniciativa da exposição partiu do próprio fotógrafo que foi convidado pelo grupo para fazer os registros do espetáculo. O evento apresenta 20 fotografias no formato 30x45, em preto e branco que retratam desde a preparação da turma para entrar no palco até algumas cenas do próprio espetáculo. As imagens são retratos verdadeiros não sofreram qualquer tipo de alteração por tratamento em softwares de edição. Após a temporada da amostra, todas as imagens serão doadas para o acervo da ELT.
Serviço
NEKROPOLIS EM PRETO
Fotógrafo: Eduardo Chaves
Local: Teatro Conchita de Moraes - Praça Rui Barbosa, s/n - Santa Terezinha - Santo André
Abertura da Exposição: 02 de maio, às 19h00 com a presença do fotógrafo
Dias: sábados e domingos às 19h00 - de 02 a 31 de maio
Gratuito
Sobre o fotógrafo
Eduardo Chaves é fotógrafo, jornalista e ator. Iniciou sua carreira em 2004 em cima dos palcos da ELT – Escola Livre de Teatro de Santo André, local onde concluiu a sua formação artística. Como assessor de imprensa tomou gosto pela fotografia. Formado em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul, o jovem de 23 anos uniu a versatilidade e os conhecimentos adquiridos na Universidade e em 2006 participou do concurso São Paulo Convention & Visitors Bureau. Realizado pela Faculdade Belas Artes, Chaves recebeu a indicação do seu trabalho como finalista e a divulgação das suas obras sobre a cidade de São Paulo, em postais e revistas especializadas em turismo.
Oficializou sua carreira profissional como fotógrafo em 2007. Possui mais de 70 mil registros dos mais diversos temas. Produz material para assessorias de imprensa, jornais, revistas, portais de comunicação, sites de moda, além de ensaios com modelos e artistas. Considera as parcerias inevitáveis para a concretização do trabalho. Além de sempre buscar o melhor para os clientes. Seu trabalho é caracterizado por imagens feitas tanto em ambiente natural como em estúdios. Atualmente é aluno do curso de Comunicação Empresarial da Universidade Metodista de São Paulo. Trabalha como webwriter, no Diário do Grande ABC. Recentemente recebeu um convite do Diário on-line para administrar o blog “Fotocolagem” uma ferramenta de interação entre os apreciadores da fotografia.
Conheça mais o fotografo pelo site: www.evchaves.com.br
Sobre a Peça Nekropolis
Nekropolis é uma peça que retoma o tema da ação política, no contexto altamente complexo do Brasil contemporâneo.
Em sua narrativa, um grupo de indivíduos se congrega numa organização auto-denominda ESTIRPE; excluídos, vivendo à margem (como muitos brasileiros), dedicam-se a desenterrar cadáveres – e com isso, trazer à tona os crimes impunes cometidos por um Estado negligente e por uma sociedade permissiva.
Na montagem, o texto dialoga com uma dramaturgia musical que confronta, enfatiza, nega, questiona, sonha, cantando como num contraponto que procura frestas entre os espaços da palavra.


