Fonte: BBC
Um concurso de fotografias tiradas por viajantes ao redor do mundo surpreendeu os organizadores pela qualidade e beleza das imagens. A competição Ao Redor do Mundo em 80 Dias, promovida pelo site europeu de revelação de fotografias digitais Photobox, recebeu mais de 30 mil inscrições, mostrando imagens tiradas em todos os 193 países do mundo.
Os jurados tiveram então a árdua tarefa de escolher seis vencedores nas categorias África, América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia e Oceania. As imagens deveriam captar o espírito do continente, mostrando a cultura, o povo, a natureza e o sentimento que ele evoca. A composição e o impacto das fotografias também foram avaliados.
Na categoria América do Sul, o vencedor foi Matt Parry, que fez uma foto de um varal improvisado na Bolívia, durante uma viagem de 4 meses com a esposa por diversos países da região, entre eles o Brasil.
Bob Brewer, da cidade de Bristol, no sul da Grã-Bretanha, foi o vencedor na categoria de América do Norte, com uma foto do Parque Nacional de Grand Teton, no Estado de Wyoming. “É uma foto tirada de manhã bem cedo e mostra um antigo celeiro mórmon com as montanhas Teton ao fundo. Ela foi tirada durante uma viagem de camping nessa área”, disse o engenheiro de 62 anos.
A galesa Hannah O’Sullivan venceu na categoria África com o retrato de uma menina na Etiópia. A gerente de projetos Liz Charman foi a vencedora de Oceania com uma foto tirada em Roturua, na Nova Zelândia. Na categoria Europa, o vencedor foi o diretor e produtor de TV Rob Wicks com uma imagem de pescadores no condado de Devon, no sul da Grã-Bretanha, e na Ásia, a vencedora foi Aysin Halil com o retrato de uma menina tirado na Ilha de Bali, na Indonésia.
As fotos vencedoras farão parte de uma exposição na Old Truman Brewery, um local que reúne lojas, bares e restaurantes no leste de Londres.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Concurso registra as melhores imagens ao redor do mundo. Confira!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Saída Fotográfica explora a Rua Augusta em SP
No próximo dia 19 de outubro o fotógrafo e historiador Yuri Bittar promove uma saída fotográfica pela Rua Augusta. O local é muito peculiar, em seus dois lados a vida é agitada, mas com características muito diferentes. Do lado que liga a Paulista aos Jardins e por suas redondezas a marca são as lojas de roupas, de grife e descoladas. Já no lado que leva da Paulista ao centro, a Baixa Augusta, a vida boêmia é agitada, todas as noites. Barzinhos, restaurantes, saunas e muito mais.
Por isso foi criado o Projeto Rua Augusta, Lado B/Lado A, para mostrar as diferenças e semelhanças entre estes dois lados da mesma rua, que representam dois lados da cidade, que, separados pela avenida mais famosa de São Paulo, se tocam e se distanciam!
A proposta dessa primeira saída será retratar o Lado B, o lado do centro, com sua vida noturna, suas luzes e seus personagens! Todos estão convidados!
Organização e Produção
Yuri Bittar - http://www.yuribittar.com/
Clélia Jacyntho - http://www.flickr.com/people/cleliaj/
Ponto de encontro
Av. Paulista x Rua Augusta (em frente ao Banco Safra e próximo ao Metrô
Consolação)
Quem pode participar
As Saídas Fotocultura são totalmente livres e gratuitas, qualquer pessoa pode participar, com qualquer tipo de câmera.
Como funciona
A inscrição é feita na hora do evento. Não tem pré-requisitos e é gratuita. Basta colocar seu nome na lista e se juntar ao grupo para sair fotografando!
Roteiro e programação da saída
18:00 – Concentração
18:30 – Início da caminhada
- Rua Augusta, desde a Av. Paulista
- Rua Martins Fontes
- Rua da Consolação
21:00 – Término (Metrô Anhangabaú)
A Rua Augusta
Criada no final do século 19 foi uma das primeiras da região, quando foi aberto o loteamento do bairro da Bela Sintra, na mesma época foi criada a Rua da Real Grandeza, atual avenida Paulista. Até 1942 a Rua Martins Fontes era o início da rua Augusta. O trecho do centro até a Av. Paulista (baixa Augusta) já concentrou lojas luxuosas de decoração e roupas, cinemas e cafés freqüentados pela elite paulistana. Se transformou em point da juventude, principalmente a partir dos anos 60. Aos poucos seu perfil mudou, e hoje concentra uma cena boêmia alternativa e também prostituição, com diversas saunas e boates.
O trecho Paulista-Jardins por sua vez é mais fashion, marcado por lojas de roupas e acessórios. Nas ruas próximas e travessas, como a Rua Oscar Freire, se encontram as maiores grifes do mundo.
Veja como foram as saídas anteriores e tudo sobre as Saídas Fotocultura:
www.yuribittar.com
FOTODIÁRIA - Mateus Portal
Por: Pepe Mélega
Confira todos os posts do colaborador na seção: FOTODIÁRIA
Foto: Mateus Portal A imagem recebeu 61 votos.
Resultado da Votação:
Excelente: 29 (47%)
Òtima: 09 (14%)
Boa: 19 (31 %)
Pouco Criativa: 04 (06%)
FOTODIÁRIA agora é com Pepe Mélega. Participe!
Mande um email para: contato@fotocolagem.com.br
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Tony Genérico: o mestre dos splashes
No EB deste ano, Tony quer provar que é divertido fotografar stills
Tony Genérico, o “mestre dos splashes”, é mais uma personalidade que irá integrar o time de feras no Estúdio Brasil 2010, que acontece de 6 a 11 de novembro, em São Paulo.
Poucos fotógrafos brasileiros, hoje, possuem um currículo como o dele. Em seus mais de 40 anos de experiência, o fotógrafo não apenas se destaca por uma carreira consolidada internacionalmente, como por um nível de formação invejável com mestres, como Philip Halsman, o maior retratista do século passado, Cornnel Capa (fotógrafo e irmão de Robert Capa), fundador do ICP - International Center of Photography -, e Ansel Adams.
Apesar da carreira bem-sucedida, a história de Tony assemelha-se a de muitos brasileiros, discreta e sem luxos. “Nasci na roça, numa casa bicentenária, onde tive uma infância muito tediosa se comparada à das crianças de hoje. Sem brinquedos ou atividades, brincava muito com a água da bica e passava muito tempo observando os fachos de luz solar passando pelas frestas das janelas ressecadas”, conta.
A luz e seus matizes sempre o impressionaram, mas foi apenas mais tarde, na adolescência, usando uma câmera antiga de seu pai que nasceu o fascínio pela fotografia. “Fiquei encantado com o imediatismo da fotografia e com a possibilidade de poder gravar aqueles meus momentos únicos”.
Dadas as circunstâncias da fotografia no Brasil nos anos 1960, em que a falta de capacitação era uma realidade, Tony não pensou duas vezes antes de embarcar rumo à qualificação no exterior. Ao todo, foram quatro anos na Europa e 19 anos em Nova Iorque, onde fez parte do grupo que fundou a Soho Photo Gallery, em 1972, - a maior galeria de fotografia do mundo.
De volta ao Brasil nos anos 1990, consolidou-se na especialidade de splashes, a fotografia do fluxo de líquidos congelados em alta velocidade, que o consagra como “mestre”. “Levei um ano para fazer meu primeiro splash. Como usavam mocapes ou fusões complicadas e caras, não acreditavam que meus splashes eram naturais”, relembra.
Para chegar à realidade de hoje e conquistar clientes, como: Coca-Cola, Ambev, Schincariol, Kaiser, Nestlé, Parmalat, McDonalds, Suvinil, Chevrolet e muitos outros, ele dá a dica: é preciso batalhar muito. “Eu queria trabalhar com a Coca-Cola, por exemplo. Ainda na época do analógico, fiz a meu bel-prazer, um splash da Coca-Light com minha própria interpretação (sem briefing) e fui mostrar meu portfólio. Gostaram, mas não passou de um bom primeiro contato. Meses mais tarde levei outro splash, aí foi tiro e queda! E assim fiz com vários clientes”, conta.
ESTÚDIO BRASIL 2010
Depois do sucesso de sua participação especial no Estúdio Brasil 2008, Tony Genérico é presença garantida no congresso deste ano. Na palestra “Revelando Segredos Profissionais”, Tony quer provar que é divertido fotografar stills e irá demonstrar ao vivo muitos “macetes” que darão segurança para quem quer aprender a controlar a luz com um toque profissional.
“Vou dar dicas de como montar um estúdio com baixo custo e muita eficiência. Prometo surpreendê-los. Estou muito entusiasmando. Não tenho dúvidas de que vai ser muito proveitoso e divertido”, finaliza.
Instituto Cervantes traz ao Rio a mostra “MADRID, Região Inédita”
Fotografias de Fernando Manso apresentam a capital espanhola sob o olhar único do artista
Mais que a habilidade com uma máquina fotográfica e a técnica aprendida em cursos, o fotógrafo para se destacar precisa do olhar. Essa é a impressão que fica quando vemos as fotografias do espanhol autodidata Fernando Manso, em sua série “MADRID, Região Inédita”, mostra que chega ao Rio de Janeiro, na sede do Instituto Cervantes, a partir do próximo dia 5, com entrada gratuita.
A Sala de Exposições do novo prédio do Instituto receberá 31 fotografias que mostram uma visão diferente da capital espanhola. Manso focou a luz, as nuvens e a névoa da região, como ele mesmo explica: “Procurei evitar o céu azul e buscar uma sensação mais pessoal, que estivesse relacionada com meu sentimento de beleza. Um trabalho realizado durante um ano até conseguir fotos puras de amanheceres, com a luz da aurora ou a neblina da manhã”, explica o artista.
Procurando lugares e vistas de Madri não muito comuns, o fotógrafo chegou a esses lugares inacessíveis que, justamente por isso, possuem uma carga de beleza diferente. “Fernando Manso é como um poeta da fotografia. Sua percepção vai além e chega com intensidade aos olhos de quem vê”, afirma Antonio Martinez, diretor do Instituto Cervantes Rio.
Depois de passar por São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Salvador e Recife, a exposição chega ao Rio para uma curta temporada e fica até o dia 22 de outubro, trazendo esse olhar diferente e muito singular sobre a capital espanhola. Depois a mostra fecha o roteiro em Brasília.
Sobre Fernando Manso
Fernando Manso nasceu em Madri, em 1961. Hoje, Manso é fotografo publicitário e busca com suas fotografias registros minimalistas, minuciosos, românticos e de beleza única. Começou a fotografar em 1990, trabalhou nas principais empresas de publicidade da Espanha, desenvolvendo campanhas premiadas, e tem cinco livros publicados. Fugir do clichê é um dos caminhos de Manso, como na mostra “MADRID, Região Inédita”, onde saiu do céu azul para dias nublados.
Serviço:
Data: de 5 a 22 de outubro de 2010.
Local: Sala de Exposições do Instituto Cervantes Rio - Rua Visconde de Ouro Preto, 62 - Botafogo (entre as Ruas Muniz Barreto e Bambina).
Entrada: franca
Visitação: de 2ª a 6ª, das 11 às 20h. Sábados, das 11 às 14h
Informações: cultx3rio@cervantes.es (Ana Carolina)







